domingo, 30 de setembro de 2007

ELIZABETH, O MEU NOME PROVISÓRIO!




ELIZABETH, O MEU NOME PROVISÓRIO

Não estou pronta
Deixaram-me pela metade
E aqueles 3 anjos
Ficam aqui do meu lado
Espiando meu inacabamento
Vistoriando meu aniquilamento.
Até quando
Vou ficar assim?
Sem asas
Sem vôo
Sem consciência?
Olho a sua espada
A balança no seu plexo
E o dragão sob seus pés
Fico entro o mundo dos vivos e dos mortos
E não sei quem sou
Onde está escrito meu nome?
Onde está a pedra?
Onde estão minhas vestes brilhantes?
Onde foi que perdi
O fio de ouro?
Onde esconderam meu tesouro?
E agora aqui
Sem eira nem beira
Esperando
Uma ponte invisível
Sob os meus pés
E um mapa
De onde possa encontrar
O meu verdadeiro e real ser.
Até quando?


Elizabeth

2 comentários:

Oswaldo Almeida Jr. disse...

"Não estou pronta
Deixaram-me pela metade"
Estes versos são ótimos! Só eles já são metade do poema. Ou o poema todo, já que se fala em metade? Bem, você já sabe que eu gosto da imagem do mapa. Nada melhor pra traduzir a procura. Beijo!

Anônimo disse...

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