quinta-feira, 18 de outubro de 2007

GALÁXIAS TRIBAIS

Galáxias Tribais


Ouço som de nossos ancestrais sons advindo da AUSTRÁLIA ....da mais distante tribo vozes , vivassss
vejo numa mão uma luz! Não sou não sou faço parte deste copo de água. Perco-me no vazio. Não há vazios. Danço em torno da terra, vejo árvores, sons ancestrais, tambores, tambores. No vazio infinito, sou um piraquara. Sou índio, um índio eletrônico perdido na cidade das palavras.
Galáxias presentes dentro do meu ser, viajam com os átomos. Sou a bola de gude, jogada pelas crianças.
Dança tambores diáfanos, danço ao ritmo de meus ancestrais. Não sou eu... Sou outro, outro, mas outro ser sou real, longe da ilusão.
Vejo cenas de outras épocas diante de meus olhosssss. Bate-se em ritmo alucinante termina com um prato.
O telefone fala! Barulhos de um som estranho, uma nave espacial. Será que os anjos eram astronautas?
Parecem aviões! Sou poeta 24 horas por dia... Não sou nada além de humano, ridiculamente humanooooo.
............xxxxccccccnnnnnnnmmmmmmmmmwwwwwwwjjjjjjjjjjjjkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

Palavras, sinais, minhas antenas captam sinais vindos das estrelas. Sommmmm
sommmmm...Aviões... Foguetessssssssss.... Tudo me consome!

Eu, anti -homemmmm...Estou de saia na praça Afonso Pena. Somos índios eletrônicos. Galileu Galileiiii estava certo, eu estou certo , você esta certa.
Bato minhas mãos neste laboratório de artes. Nesta insana Glória sou anti-poeta, anti- nada. Eu sou você!
O céu torna-se vermelho, vejo sois eternos soissssss.

Meu estômago ronca, volto ao mundo tridimensional, agora comum, ridiculamente comummmmmmmmm.....


João Carlos Faria

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