terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

carnavalllll

Poesia de "carnaval". Bom descanso à todos!
BeijosAnti Limite

Morro a cada vez que ouço
Isto não é possível!
Não pode ser feito.
Não cai bem...

E minha verdade absoluta!
A quem convém?
A ninguém!
A nada...

Então a sociedade é relativa
Meu estado é redundante
Não posso me afastar da vida
Tão pouco ter meu nome real

Publicado aos quatro ventos elementais
Entoado como cânticos de carnavais
Tântricos, mântricos e santos!

Não posso. Não serei. Morrerei.
Mais que isso.
Sentirei vazio de nunca poder

Dar um murro na face das regras
Que gozam quando fodem com minha
Vontade de ser Eu e mais além.

(Emilia Ract)

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