domingo, 5 de outubro de 2008

Salvemos a nos mesmos salvando a Serra da Mantiqueira....

Joca Faria

E por aqui o óculos embaçado a cabeça doendo mesmo depois de quarenta gotas de dipirona e uma vontade de cantar meu amor a você que me lê...Eu te amo tanto quanto me amo...Tenho feito novas amizades virtuais...Belas mulheres inteligentes...Ouço uma rádio de Jazz...Leio a biografia de Nilze da Silveira...E na avenida de idas e vindas aquele barulho de fogos de artifício neste domingo eleitoral...
Descanso no Domingo feliz... Caminho como criança até a padaria na rotina do pão nosso...
Estomago cheio de frango assado... Cabeças descansando na virtual tela ... E este Jazz que me relaxa... Já não quero impor minhas idéias... Mas acredito que devemos reflorestar a Mata Atlântica estou de frente ao Rio Paraíba do Sul... Ele corre em linha reta a uns cinco quilômetros de minha casa e ao fundo a encantadora e misteriosa Serra da Mantiqueira com sua doce energia esperando que o homem a refloreste... Para que uma serra pelada? Gosto de ver as mulheres nuas , mas não a Serra da Mantiqueira ....
A ssserra de tem que se revestir de mata assim eu peço assim Sebastião Salgado pensa e lá no Norte das Minas Gerais refloresta uma antiga fazenda de sua família... Ele poderia estar em qualquer canto deste planeta ...Mas ta lá plantando arvores...
Porque estes condomínios verticais que surgem aos montes em nossas cidades já não são construídos com estações de esgoto podiam ter incentivos fiscais... E apoio ao financiamento... Cadê a classe política e os ambientalistas?
Não sei de ninguém só sei de mim só sei de mim viva os Secos e Molhados... Esta nova geração curte o Teatro Mágico a proposta deles me encantou ... Mas o som ainda não me seduziu... Ainda prefiro os Secos e Molhados com a ousadia ainda em pleno vigor... Quem sabe um dia vejo mais um show de Nei Matogrosso... Salvem a mata atlântica salvem a nós mesmos...
Nossas águas estão contaminadas, nossos ares também será que é por que já não temos nenhuma espiritualidade? Voltemos a nós ligar ao nosso ser... Nosso ser divido que habita em nosso corpo em nossa igreja. Somos o embrião de anjos e cada vez mais nos endemoniamos mais viramos demônios, anjos sem luz...
Poesia acenda nossa chama sagrada cadê Prometeu para nos trazer novamente o fogo...Como diria Vanessa Alves ....Humanidade Socooorrroooo....Volto ...ao mundo e percome-me neste labirinto...QUANDO veremos os anjos?
Vou me estou cansado... Que os anjos iluminem e nos traga o amor... perdido....Humanidade Socorroooooooooooo


João Carlos Faria

Editora Mundo Gaia

www.mundogaia.com.br

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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Favor desenterrarem os poetas de minha aldeia de nossa aldeia.....

Joca Faria

O homem e sua aldeia...o que haveria de ser um ser humano sem sua aldeia...Em nossa aldeia temos nossa família, nossas crenças, amigos e trabalho...
Vivo feliz e as vezes infeliz...Quase não SAIO de minha aldeia...não porque queira...são as circunstancias mas quando saio disfarço dou uma de pos-modeno mas quero voltar...Tento ligar para a família...Procuro uma lan house para me sentir em minha
Aldeia...
Outros escribas como Cassiano Ricardo já cantou em versos e prosas sua aldeia... E dizia a lenda que ele não gostava de sua aldeia...Imaginem onde era a bolsa...como danças e valsas...?
Minha aldeia eu canto tu cantas ....Só nos podemos falar mal de nossa aldeia...não sei leitor qual é sua aldeia? Mas seja a onde for ela é a sua aldeia...Um amigo cantor foi ao palácio do planalto e um agente de governo dissse-lhe olhe por sua aldeia...ame sua aldeia...Um índio norte americano fez um belo discurso de como o homem branco tinha destruído sua aldeia...Imaginem nossos antepassados levando doenças neste Vale do Paraíba afora...e assim criamos nossa aldeia...com muita dor...nossa aldeia...Foi pobre no passado hoje é rica...mas vejo mendigos dormirem ao relento em dias frios em nossa aldeia.
Como dói...dói...tanto que quando era adolescente e vi Padres expulsando mendigos da porta da igreja porque eu tinha pedido ajuda a prefeitura...Já fui ao albergue de minha aldeia e parecia uma prisão cheia de regras e ódio no ar...não sentir amor...ali...
Escrevo tudo isto porque na internet cada vez sinto-mais a presença de minha aldeia...NÃO sei escrever outra língua mesmo esta não uso a forma culta correta...meu editor me critica...Tenho culpa sim...Mas o tempo urge e a vaca muge...por isso erro para deixar a minha marca a de minha aldeia...
O ano passado eu escrevi num destes meus textos ...em brado e alto tom enterrem Cassiano Ricardo...depois morri de dó...não tenho culpa se o Valeparaibano reproduziu meu manifesto...Hoje gritos desenterrem ...Cassiano, Hélio Pinto Ferreira, José Omar e todos nossos poetas...Para que as novas gerações da aldeia os conheçam....
Destes que cantei conheci Zé Omar que em plena rua xv de novembro urinava numa manhã de sexta-feira...e cantava as mulheres da Fundação Cultural o veio safado e anárquico...saudade doce...
De veis enquando o abda Almirez vai a estatua no fundo da casa dele aquela em homenagem aos poetas de nossa aldeia e lá também urina...Então neste mês de Outubro PEÇO a todos de nossa aldeia urinemos na estátua de nossos poetas.
E assim é neste tempos virtuais estamos ficando cada vez mais próximos de nossas aldeias adoro ir ao mercado comprar um cadinho de cada coisa...pena que fecha cedo no sábado...Adoro ir a praça central onde mulheres de programas se vendem...a jornalistas de caras de desodorantes vencidos...Gente preciso ir -me pois como diria o velho Vincius de Moraes amanhã é sábado....grande poeta...
Beijos as jovens poetas que surgem em nossa aldeia....joseense....

João Carlos Faria

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Bate Papo

Carlos Alexandre Wuenche

"O inicio do Universo".

11 de Outubro de 2008 - Sábado

As 11 horas da manhã

Espaço Mário Covas

Editora Mundo Gaia

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