terça-feira, 26 de junho de 2018

quinta-feira, 21 de junho de 2018

A desconcertante obra de Emil Cioran

 

A timidez, inesgotável origem de tantas infelicidades na vida prática, é a causa direta, mesmo única, de toda a riqueza interior.
Emil Cioran


Silogismo da amargura de Cioran…Nessa manhã uma postagem de Nydia Bonetti me encantou. Fui no Pensador e li inúmeros textos desse escritor. E agora, estou tentando achar o livro em pdf. Nas manhãs não me aprofundo nas leituras. Fui trabalhar no “hospício” epa, escola. O humor de Cioran iria combinar.
Descobrir nomes da literatura me faz sentir um não escritor. Quantas genialidades por ai e só a solidão nos permite chegar a esses homens e mulheres. Li numa matéria que um país frio, pessoas quase tiram a roupa depois do serviço, para beberem. Prefiro a ousadia dos loucos e escritores. Artistas, esses ousam mais que qualquer droga ou religião. Está tudo dentro de nós. O mundo não existe e sim a obra de um autor quase sagrado e profano. Curto ultimamente um canal de contatos com o cosmos; Sou aberto a navegação. A vida é bem mais que cotidiano.
Hoje haviam duas garotas no ônibus, no banco de trás. Quase não desci no ponto. Falavam da vida com um sentido de primavera. A vida para mim é primavera e inverno. Sempre mudo de humor. A rotina nos ajuda em nossa solidão, assim como a literatura, a vida inteligente em meio a latrina das redes sociais.
Descobrir Cioran é acha energias para entendermos a vida, já não sigo nada além da minha consciência. Sigo um caminho cada vez mais solitário. No fundo estamos sós, sempre procuramos deuses fora e esquecemos da energia do cosmos que nos habita.
Cioran é um escritor a se desvendar. Quantos livros por ler? E tudo é restrito…A economia nos prende a afazeres que nada nos dizem. E tudo passa! Cuidado ao atravessar portais podem estar adentrando a uma caverna mais sombria ainda.
Não entendo nada de baixar pdf. É difícil achar o livro que se quer e sorvê-lo, abastecer de sabedoria. Nós, que estamos sempre em trevas.
Vi pílulas de Emil Cioran no site Pensador. A delicadeza de seus pensamentos, quero achar esse e outros livros desse autor. Faz dias, semanas que não mergulhava em algum escritor. Ando lendo coisas de pedagogia para garantir o chá das cinco. Não gosto das atribulações da vida. Hoje, ao voltar para casa, entrei num ônibus com uma colega, desci e continuei a pé. Ônibus lotados não me agrada, nem a poluição das grandes cidades. Não temos para onde correr, enquanto não chega o não existir. A senhorita morte! Que seja bela e afável. Perfeita! A morte deve ser um trauma descomunal para nós e os que ficam. Uma enorme escuridão e esquecimento. Sem deuses, portais e universos. Dizem existir sete universos.
Mas não sei escrever trovas nem desenhar, só gosto de ler, caminhar e ver as árvores…Opa, parece Fernando Pessoa, grande mestre. Emil Cioran é outro e a Penalux nos traz Jack London, muito talento. Gostaria de passar madrugadas inteiras a ler, mas acabo tentando ir as estrelas, navegar no infinito. O canal de Marcelo Marins é navegar por universos conhecidos e desconhecidos. Literatura da vida!
Vida quase breve! Amanhã avisto a Mantiqueira dessa Vila que moro, não irei atravessar o Espelho até a terra original. Fico por aqui, enquanto não moro diante do Atlântico. Hoje, brinquei para que se faça uma prova de arte? Quando for secretario de educação acabo com isso. E ai me perguntaram, você quer ser secretario? Disse não, quero ser ministro!
Só quero uma casa numa cidade tranquila, sem poluição do ar. O Brasil é imenso. O Vale do Paraíba é bem mais que a ilusória São José dos Campos!
Só deixo o registro da descoberta ou redescoberta da obra de Emil Cioran. Só nos resta navegar em sua obra e desvendar nossas almas.

Joka Faria

João Carlos Faria
 
Junho de 2018

 

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Pré - Colombiana

Edu Planchez

https://www.youtube.com/watch?v=fjOIsUTKoYQ


 
 
Publicado em 11 de jan de 2008

domingo, 3 de junho de 2018




Clarice Guimarães

Vestido ,
Veste –se a mulher ,
Porque não o homem ?
Nenhuma liberdade ao homem ?
Nem a calma de ser o que é o homem ?
Sem liberdade , andar por ai ?
O homem escravo das convenções sociais ?
Liberdade de ser , sem rótulos !